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Marx: Estatuto ontológico e resolução metodológica

Marx: Estatuto ontológico e resolução metodológica

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Modelo: Impresso
Edição: 0
Ano de publicação: 2009
Número de páginas: 253
ISBN: 9788575591468
Editora: BOITEMPO
Sinopse Autor Comentários (0)
Em Marx: estatuto ontológico e resolução metodológica, J. Chasin, um dos grandes filósofos brasileiros, faz uma reflexão apurada sobre as conexões entre forma e conteúdo. A partir do legado marxiano, o autor busca reproduzir – pelo seu próprio interior – o trançado determinativo desses escritos, ao modo como o próprio Karl Marx os concebeu e expressou. A obra surgiu originalmente como um posfácio ao livro de Francisco José Soares Teixeira, Pensando com Marx, mas ganhou autonomia enquanto uma apurada e inovadora tentativa de apontar para a insuficiência das interpretações usuais do tecido teórico em Marx e também, como consequência inexorável, em Georg Lukács, a quem Chasin dedica todo um capítulo na obra. O livro busca desnudar o aspecto constitutivo desses autores para vislumbrar seu legado e as perspectivas transformadoras inerentes às suas teorias. Para Chasin, a ontologia marxiana não é um sistema de verdades absolutas e abstratas, mas, antes de tudo, um estatuto teórico. É a aplicação da dialética materialista ao próprio Marx. Nas palavras de Ester Vaisman e Antônio José Lopes Alves, que assinam a apresentação da obra, “Chasin dedicou sua vida ao programa de renascimento do marxismo e, assim, como no caso do filósofo húngaro [Georg Lukács], não se tratou nunca de um projeto intelectual como um fim em si mesmo, encerrado em seus limites hoje tão estreitos! Tratava-se, acima de tudo, de fazer a obra de Marx objeto de estudo rigoroso, com miras reais bem estabelecidas: compreender o mundo e visualizar as possíveis vias de sua transformação”.
Livros
Autor J.CHASIN
Biografia José Chasin bacharelou-se em filosofia na USP, em 1962, e, ainda na década de 60, vinculou-se ao grupo de intelectuais liderado por Caio Prado Júnior, que se articulou a partir da Revista Brasiliense. Na luta contra a política de privatização da educação nacional, assumiu a vice-presidência da Campanha pela Defesa da Escola Pública, ao lado de Florestan Fernandes, então presidente. Criou, nesta época, a Editora Senzala, em São Paulo, pela qual publicou obras de pensadores marxistas, como Existencialismo ou Marxismo (1967) de G. Lukács. Sua carreira acadêmica se inicia em 1972, na Escola de Sociologia e Política de São Paulo, por onde apresentará, em dezembro de 1977, sua te- se de doutoramento O Integralismo de Plínio Salgado: forma de regressividade no capitalismo hipertardio. No mesmo ano fundou, juntamente com intelectuais como Nelson Werneck Sodré, a Revista Temas de Ciências Humanas. Demitido em fins de 1976 da Escola de Sociologia e Política, e encontrando fechadas as portas das universidades brasileiras, Chasin parte para Moçambique, a convite do governo daquele país, e ali, por dois anos, leciona na Universidade Eduardo Mondlane.

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