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Mario Cravo Junior-desenhos

Mario Cravo Junior-desenhos

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R$30,00
Modelo: Impresso
Edição: 0
Ano de publicação: 0
Número de páginas: 0
ISBN: 9788572780445
Editora: FUNDACAO CASA DE JORGE AMADO
Sinopse Autor Comentários (0)
A história da Arte no século XX nos fez pensar em termos infinitos, talvez como premonição do rumo à integração cultural que estamos vivendo. Encerrado o ciclo da Arte Moderna, a função precípua do artista consiste na percepção e no conhecimento do fenômeno artístico como processo e meio de entendimento e, sobretudo, na convicção da resistência em que deve enfrentar a tradição de todo um passado de cultura visual. O artista de hoje não pode refazer o elo perdido entre o moderno e o contemporâneo. No labirinto dos fenômenos determinados pela transformação da cultura no mundo atual, o artista deixou de ser criativo, passando a ser reflexivo um indivíduo comum, só que tocado pelo sentimento da arte, que já não é mais instrumento de domínio intelectual, é algo suscetível de despertar paixões, pró e contra, de atrair e, até mesmo, de convocar a participação popular. A importância de uma radicalização do processo elaborativo leva progressivamente o artista a uma situação até então inédita, quando, ao distanciar-se da obra, ele se torna antes condição desta. Uma situação feita diretamente nos meios técnicos, na natureza ou nos elementos comuns. A atitude artística chegou a tal ponto que deixou de ser necessário executar a obra, bastando enunciá-la. A prática é a nova semântica da arte, quando o artista assume a posição do anti-herói, do pressuposto, do que ficou do lado de fora e que não é mais responsável pela realização, pois se tornou exterior a ela e porque qualquer um pode executá-la. A ação da nossa época e as novas tecnologias transformaram os meios e os procedimentos das artes plásticas. As artes dos nossos dias tem um novo significado. No sistema da escultura, processo e idéia, estrutura inicial, síntese e pesquisa têm sido meios fundamentais da ação vigorosa entre nós de Mário Cravo Júnior, artistas de gestos amplos e de forte expressividade em todo um percurso começado na segunda metade dos anos quarenta, com grandes realizações e sucessivos êxitos ao longo do tempo. Ainda muito jovem, Cravo iniciou sua carreira de artista com sucessos incríveis, expondo individualmente numa boa galeria de Nova Iorque, com êxito de crítica e um lucro de US$ 1.670, em 1949. Logo em seguida, de regresso ao Brasil, ganhou um prêmio na I Bienal de São Paulo e participou da XXVI Bienal de Veneza. Cravo foi também quem inaugurou no Brasil a prática de exposições de esculturas ao ar livre, realizada na Bahia e em São Paulo nos anos cinqüenta. Como excelente pesquisador que sempre foi, experimentou e dominou todos os materiais de que um escultor pode dispor: barro, madeira, pedra, metais e plásticos. A escultura é um encontro de abstração com a realidade concreta, com o espaço. Mas a abstração não influencia o artista que se serve da abstração para desembaraçar da realidade concreta a realidade que ele nos vai mostrar. Sabemos que a escultura do século XX está impregnada de conhecimentos quase científicos do papel da abstração na criação artística. Abstração e emoção são os pólos essenciais na escultura do nosso século. A escultura contemporânea é um confronto consciente com o material e está profundamente penetrada pelo fator psicológico para refletir a imagem fragmentada do homem da atualidade. A diversificação dos materiais enriqueceu extraordinariamente o repertório do escultor de hoje.
Livros
Autor MARIO CRAVO JUNIOR

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