Araucaria de Chile (1978-1990): a intelectualidade chilena no exílio

Araucaria de Chile (1978-1990): a intelectualidade chilena no exílio

Araucaria de Chile (1978-1990): a intelectualidade chilena no exílio

  • EditoraALAMEDA
  • Modelo: 9V92207
  • Disponibilidade: Em estoque
  • R$ 45,90

    R$ 54,00
Este denso estudo de Êça Pereira da Silva analisa a revista Araucaria de Chile, criada por um grupo de exilados chilenos ligados ao Partido Comunista e publicada entre 1978 e 1990. Sua redação estava situada em Paris, mudando posteriormente para Madri.
O tema, além de sua originalidade e relevância, ganhou uma abordagem precisa e densa por parte da autora, que analisa os anos de chumbo da ditadura militar chilena, justamente aqueles nos quais a revista vicejou. Os intelectuais exilados entenderam que as reflexões sobre a cultura em suas diversas manifestações – da literatura à música – se constituía na melhor forma de resistência política ao poder instituído.
Era imprescindível que o mundo soubesse das arbitrariedades do regime de Pinochet, que governava o país com mão de ferro, impedindo à força qualquer indício de oposição ao regime. Fundamental também era lançar o olhar para o futuro e propor soluções para a transição em direção à democracia.
Assim, uma revista em que denúncia e crítica dialogavam com a esperança de mudança. Este importante trabalho vem se juntar a um já alentado rol de pesquisas que vêm sendo realizadas, no Brasil, sobre a História da América Latina Independente. São estudos que, ampliando seus horizontes para além do nacional, se voltam para o continente americano e, a partir daí, apontam para aproximações e particularidades entre o Brasil e as outras sociedades latino-americanas.
Características
Ano de publicação 2013
Autor EÇA PEREIRA DA SILVA
Biografia Este denso estudo de Êça Pereira da Silva analisa a revista Araucaria de Chile, criada por um grupo de exilados chilenos ligados ao Partido Comunista e publicada entre 1978 e 1990. Sua redação estava situada em Paris, mudando posteriormente para Madri.
O tema, além de sua originalidade e relevância, ganhou uma abordagem precisa e densa por parte da autora, que analisa os anos de chumbo da ditadura militar chilena, justamente aqueles nos quais a revista vicejou. Os intelectuais exilados entenderam que as reflexões sobre a cultura em suas diversas manifestações – da literatura à música – se constituía na melhor forma de resistência política ao poder instituído.
Era imprescindível que o mundo soubesse das arbitrariedades do regime de Pinochet, que governava o país com mão de ferro, impedindo à força qualquer indício de oposição ao regime. Fundamental também era lançar o olhar para o futuro e propor soluções para a transição em direção à democracia.
Assim, uma revista em que denúncia e crítica dialogavam com a esperança de mudança. Este importante trabalho vem se juntar a um já alentado rol de pesquisas que vêm sendo realizadas, no Brasil, sobre a História da América Latina Independente. São estudos que, ampliando seus horizontes para além do nacional, se voltam para o continente americano e, a partir daí, apontam para aproximações e particularidades entre o Brasil e as outras sociedades latino-americanas.
Edição 1
Editora ALAMEDA
ISBN 9788579392207
Páginas 248

Escreva um comentário

Você deve acessar ou cadastrar-se para comentar.