Presença do Axé: Mapeando terreiros no Rio de Janeiro

Presença do Axé: Mapeando terreiros no Rio de Janeiro

Presença do Axé: Mapeando terreiros no Rio de Janeiro

  • EditoraPALLAS
  • Modelo: 6105134
  • Disponibilidade: Em estoque
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    R$ 42,00
A proposta de realização de um mapeamento de “terreiros” no Rio de Janeiro foi apresentada à PUC-Rio em 2006 pela Ialorixá Mãe Beata de Iyemonjá, principal liderança religiosa do Ilê Omi Ojuarô.
Naquela ocasião, já se reconhecia a intolerância religiosa professada por algumas igrejas neopentecostais, e expressamente dirigida contra as casas de religiões de matrizes africanas e seus adeptos, com matizes de perseguição sociopolítica.
Um projeto de mapeamento como o sugerido por Mãe Beata mostrou-se, então, como uma oportuna pauta de pesquisa e extensão, que cumpriria duas funções: oferecer uma resposta a uma demanda nascida dos
movimentos sociais, e desenvolver uma forma inovadora de tratamento da questão do racismo e suas práticas.

Ao mesmo tempo, a pesquisa visava conhecer as práticas sociais e políticas dos terreiros, no sentido de promover o reconhecimento do trabalho social que realizam e o fortalecimento das identidades religiosas de matrizes africanas no Rio de Janeiro, como maneira de enfrentar os processos de perseguição e silenciamento destas tradições. Presença do Axé vem contribuir para a visibilização das redes de solidariedade afrodescendentes, como forma de adesão à luta antirracista no Brasil.

Resultado de uma pesquisa de vinte meses, o trabalho consistiu em visitas individuais a cada um dos terreiros mapeados com informações posteriormente armazenadas em um banco de dados digital. A partir desses dados analisados, uma equipe produziu mapas da discriminação religiosa, identificando em quais espaços e locais se verificam as diferentes modalidades de ações discriminatórias
contra as religiões de matrizes africanas no Estado do Rio de Janeiro.
Características
Ano de publicação 2014
Autor DENISE PINI R. DA FONSECA, SONIA MARIA GIACOMINI
Biografia A proposta de realização de um mapeamento de “terreiros” no Rio de Janeiro foi apresentada à PUC-Rio em 2006 pela Ialorixá Mãe Beata de Iyemonjá, principal liderança religiosa do Ilê Omi Ojuarô.
Naquela ocasião, já se reconhecia a intolerância religiosa professada por algumas igrejas neopentecostais, e expressamente dirigida contra as casas de religiões de matrizes africanas e seus adeptos, com matizes de perseguição sociopolítica.
Um projeto de mapeamento como o sugerido por Mãe Beata mostrou-se, então, como uma oportuna pauta de pesquisa e extensão, que cumpriria duas funções: oferecer uma resposta a uma demanda nascida dos
movimentos sociais, e desenvolver uma forma inovadora de tratamento da questão do racismo e suas práticas.

Ao mesmo tempo, a pesquisa visava conhecer as práticas sociais e políticas dos terreiros, no sentido de promover o reconhecimento do trabalho social que realizam e o fortalecimento das identidades religiosas de matrizes africanas no Rio de Janeiro, como maneira de enfrentar os processos de perseguição e silenciamento destas tradições. Presença do Axé vem contribuir para a visibilização das redes de solidariedade afrodescendentes, como forma de adesão à luta antirracista no Brasil.

Resultado de uma pesquisa de vinte meses, o trabalho consistiu em visitas individuais a cada um dos terreiros mapeados com informações posteriormente armazenadas em um banco de dados digital. A partir desses dados analisados, uma equipe produziu mapas da discriminação religiosa, identificando em quais espaços e locais se verificam as diferentes modalidades de ações discriminatórias
contra as religiões de matrizes africanas no Estado do Rio de Janeiro.
Edição 1
Editora PALLAS
ISBN 9788534705134
Páginas 188

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