Amazônia: a fala do desenvolvimento e os modos de vida na Cidade

Amazônia: a fala do desenvolvimento e os modos de vida na Cidade

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  • EditoraMAUAD X
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Esta obra, recebedora do Prêmio Capes Tese de Sociologia, focaliza dois períodos de tempo (1934-1945/1995-2011) da vida social do lugar, para identificar como a ação do capital, com base no apoio estatal, se deslocou para a Amazônia Brasileira, se apropriou de grandes porções do território e destruiu ou desorganizou os "modos de vida" preexistentes em nome das exigências do mercado internacional.
No primeiro período, identifica como ocorreu o processo de ressocialização do migrante em uma cidade-empresa da Companhia Ford Industrial do Brasil, baseada na criação de uma hierarquia sociofuncional do sistema fordista de produção e de uma restrição da convivência dos americanos em relação aos brasileiros. No segundo período, analisa a presença da soja na cidade e em seu entorno. O rural e o urbano estão contidos na cidade, simultaneamente, como práticas socioculturais que não se fazem pela oposição. A ligação entre os dois períodos encontra-se nas mudanças dos "modos de vida" preexistentes, no uso predatório da natureza e na enunciação de estereótipos pelos "de fora" contra a população do lugar, sob o abrigo da "fala do desenvolvimento".
Para a realização deste trabalho, José Carlos Matos Pereira, pesquisador de cidades na Amazônia, levou cerca de dez anos para acumular os aprendizados do debate interdisciplinar, do desenvolvimento regional, do papel da Amazônia como circuito espacial de produção no processo de acumulação do capital e das especificidades do urbano, do rural e do indígena contidos em cidades da região.
Características
Ano de publicação 2019
Autor José Carlos Matos Pereira
Biografia Esta obra, recebedora do Prêmio Capes Tese de Sociologia, focaliza dois períodos de tempo (1934-1945/1995-2011) da vida social do lugar, para identificar como a ação do capital, com base no apoio estatal, se deslocou para a Amazônia Brasileira, se apropriou de grandes porções do território e destruiu ou desorganizou os "modos de vida" preexistentes em nome das exigências do mercado internacional.
No primeiro período, identifica como ocorreu o processo de ressocialização do migrante em uma cidade-empresa da Companhia Ford Industrial do Brasil, baseada na criação de uma hierarquia sociofuncional do sistema fordista de produção e de uma restrição da convivência dos americanos em relação aos brasileiros. No segundo período, analisa a presença da soja na cidade e em seu entorno. O rural e o urbano estão contidos na cidade, simultaneamente, como práticas socioculturais que não se fazem pela oposição. A ligação entre os dois períodos encontra-se nas mudanças dos "modos de vida" preexistentes, no uso predatório da natureza e na enunciação de estereótipos pelos "de fora" contra a população do lugar, sob o abrigo da "fala do desenvolvimento".
Para a realização deste trabalho, José Carlos Matos Pereira, pesquisador de cidades na Amazônia, levou cerca de dez anos para acumular os aprendizados do debate interdisciplinar, do desenvolvimento regional, do papel da Amazônia como circuito espacial de produção no processo de acumulação do capital e das especificidades do urbano, do rural e do indígena contidos em cidades da região.
Editora MAUAD X
ISBN 9788530400309
Páginas 284

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