100 melhores crônicas comentadas de João Saldanha, AS

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Um homem multimídia, vanguardista, de múltiplos talentos e personalidade marcante – não poucos diriam “difícil” – João Alves Jobim Saldanha (1917–1990) deixou sua marca por onde passou. Como treinador de futebol, ganhou um Campeonato Carioca pelo Botafogo (1957) e classificou a Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 1970, escalando de forma inédita, na sua apresentação, uma equipe que ele qualificou como “feras”, e que nos deu o tricampeonato, depois que João foi demitido por ter “peitado” o general-ditador que queria se meter no seu time. Porém, foi sua habilidade em traduzir o clima dos campos de futebol em palavras, tanto nas rádios quanto nos jornais, que emocionou e informou multidões por décadas e fez do jornalista um cronista esportivo inesquecível. Dizia-se que seus comentários nos intervalos dos jogos eram ouvidos no eco das arquibancadas do Maracanã, tamanho era o número de ouvintes. No próximo dia 3 de julho, ele completaria 100 anos de vida e em sua homenagem será lançado o livro As 100 melhores crônicas – comentadas – de João Saldanha (LivrosdeFutebol), organizado pelo editor Cesar Oliveira, com comentários seus, em parceria com o historiador Alexandre Mesquita (responsável também pela seleção das crônicas) e com o empresário e professor Marcelo Guimarães, ex-diretor de marketing do Botafogo FR, cuja empresa – a Vértice Marketing – foi responsável pela formatação comercial para viabilização do projeto.

As crônicas foram selecionadas pelo historiador Alexandre Mesquita após a leitura de todo o acervo disponível sobre João Saldanha entre 1960 e 1990, do jornal Última Hora, passando pelo O Globo, Placar, até o Jornal do Brasil. De fora apenas o período de 1966 até 1970, reunidas por Raul Milliet Filho no livro Vida que segue (Nova Fronteira, 2006).

As 248 páginas de As 100 melhores crônicas – comentadas – de João Saldanha estão divididas em quatro capítulos com temas centrais: Futebol, Seleção Brasileira, Botafogo e a Zona do Agrião – termo criado pelo jornalista em referência à grande área dos gramados –, que trata de assuntos gerais. Dois prefácios enriquecem a obra: de Juca Kfouri e do craque Tostão. Um posfácio, do professor e ensaísta Ivan Cavalcanti Proença, analisa a maneira especial com que João escrevia.

O editor Cesar Oliveira conta que não houve preocupação com o ineditismo em livro das obras reunidas, pois o conceito era trazer aos leitores o que melhor expressasse o pensamento que Saldanha comumente externava, como a necessidade de respeito aos jogadores de futebol e a organização de um calendário, permitindo o profissionalismo do esporte. Pela primeira vez, João tem suas crônicas situadas na linha do tempo, para melhor compreensão do contexto de produção das crônicas.

Para Cesar, João Saldanha estava muito à frente do seu tempo. Tanto que, em 1962, escreveu Futebol e samba, onde apontava que faltava para a festa popular um grande palco, seu equivalente ao Maracanã. Só em 1984, foi fundado o Sambódromo da Marquês de Sapucaí. “Quem foi seu contemporâneo, não esquece, mas as gerações seguintes pouco ouviram falar do João Sem Medo. O livro é especialmente dedicado aos mais jovens, que nunca tiveram a oportunidade de ler Saldanha. Este livro, mais do que uma homenagem, é necessário para a memória do futebol e uma lembrança da possibilidade de fazer jornalismos esportivo de qualidade, sendo torcedor, sem perder a clareza de avaliação e a precisão com as palavras”, explica Oliveira.
Características
Autor JOÃO SALDANHA
Biografia Um homem multimídia, vanguardista, de múltiplos talentos e personalidade marcante – não poucos diriam “difícil” – João Alves Jobim Saldanha (1917–1990) deixou sua marca por onde passou. Como treinador de futebol, ganhou um Campeonato Carioca pelo Botafogo (1957) e classificou a Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 1970, escalando de forma inédita, na sua apresentação, uma equipe que ele qualificou como “feras”, e que nos deu o tricampeonato, depois que João foi demitido por ter “peitado” o general-ditador que queria se meter no seu time. Porém, foi sua habilidade em traduzir o clima dos campos de futebol em palavras, tanto nas rádios quanto nos jornais, que emocionou e informou multidões por décadas e fez do jornalista um cronista esportivo inesquecível. Dizia-se que seus comentários nos intervalos dos jogos eram ouvidos no eco das arquibancadas do Maracanã, tamanho era o número de ouvintes. No próximo dia 3 de julho, ele completaria 100 anos de vida e em sua homenagem será lançado o livro As 100 melhores crônicas – comentadas – de João Saldanha (LivrosdeFutebol), organizado pelo editor Cesar Oliveira, com comentários seus, em parceria com o historiador Alexandre Mesquita (responsável também pela seleção das crônicas) e com o empresário e professor Marcelo Guimarães, ex-diretor de marketing do Botafogo FR, cuja empresa – a Vértice Marketing – foi responsável pela formatação comercial para viabilização do projeto.

As crônicas foram selecionadas pelo historiador Alexandre Mesquita após a leitura de todo o acervo disponível sobre João Saldanha entre 1960 e 1990, do jornal Última Hora, passando pelo O Globo, Placar, até o Jornal do Brasil. De fora apenas o período de 1966 até 1970, reunidas por Raul Milliet Filho no livro Vida que segue (Nova Fronteira, 2006).

As 248 páginas de As 100 melhores crônicas – comentadas – de João Saldanha estão divididas em quatro capítulos com temas centrais: Futebol, Seleção Brasileira, Botafogo e a Zona do Agrião – termo criado pelo jornalista em referência à grande área dos gramados –, que trata de assuntos gerais. Dois prefácios enriquecem a obra: de Juca Kfouri e do craque Tostão. Um posfácio, do professor e ensaísta Ivan Cavalcanti Proença, analisa a maneira especial com que João escrevia.

O editor Cesar Oliveira conta que não houve preocupação com o ineditismo em livro das obras reunidas, pois o conceito era trazer aos leitores o que melhor expressasse o pensamento que Saldanha comumente externava, como a necessidade de respeito aos jogadores de futebol e a organização de um calendário, permitindo o profissionalismo do esporte. Pela primeira vez, João tem suas crônicas situadas na linha do tempo, para melhor compreensão do contexto de produção das crônicas.

Para Cesar, João Saldanha estava muito à frente do seu tempo. Tanto que, em 1962, escreveu Futebol e samba, onde apontava que faltava para a festa popular um grande palco, seu equivalente ao Maracanã. Só em 1984, foi fundado o Sambódromo da Marquês de Sapucaí. “Quem foi seu contemporâneo, não esquece, mas as gerações seguintes pouco ouviram falar do João Sem Medo. O livro é especialmente dedicado aos mais jovens, que nunca tiveram a oportunidade de ler Saldanha. Este livro, mais do que uma homenagem, é necessário para a memória do futebol e uma lembrança da possibilidade de fazer jornalismos esportivo de qualidade, sendo torcedor, sem perder a clareza de avaliação e a precisão com as palavras”, explica Oliveira.
Edição 1
Editora LIVROS DE FUTEBOL.COM
ISBN 9788565193191
Páginas 248

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