Abaporu... Hipocrisias

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  • EditoraCONTRA CAPA
  • Modelo: 6240010
  • Disponibilidade: Em estoque
  • R$ 54,00

    R$ 90,00
O livro sintetiza o modo como, no Brasil, o Poder Público e a burocracia estatal têm concebido e arregimentado a preservação de seu patrimônio histórico e cultural. Seu autor parte do fausto produzido pelo ciclo do ouro nas minas gerais e da fundação, em 1937, do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Sphan, em pleno desabrochar do Estado Novo, para compor um arco de fatos e preocupações acerca do destino das obras de arte brasileiras, cuja flecha certeira se crava nas arbitrariedades e na inconstitucionalidade do Decreto federal n. 8124, de 17 de outubro de 2013, pelo qual se regulamentaram dispositivos da instituição do Estatuto dos Museus e da criação do Instituto Brasileiro de Museus – Ibram. Seu propósito, portanto, é defender os direitos quer dos colecionadores que são proprietários legítimos de obras de arte, quer dos marchands e galeristas, que ganham a vida em regime de competição e liberdade de iniciativa, quer ainda dos artistas, cuja produção e cuja sobrevivência dependem tanto de uns quanto de outros.
Características
Ano de publicação 2014
Autor MARCO ANTONIO MASTROBUONO
Biografia O livro sintetiza o modo como, no Brasil, o Poder Público e a burocracia estatal têm concebido e arregimentado a preservação de seu patrimônio histórico e cultural. Seu autor parte do fausto produzido pelo ciclo do ouro nas minas gerais e da fundação, em 1937, do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Sphan, em pleno desabrochar do Estado Novo, para compor um arco de fatos e preocupações acerca do destino das obras de arte brasileiras, cuja flecha certeira se crava nas arbitrariedades e na inconstitucionalidade do Decreto federal n. 8124, de 17 de outubro de 2013, pelo qual se regulamentaram dispositivos da instituição do Estatuto dos Museus e da criação do Instituto Brasileiro de Museus – Ibram. Seu propósito, portanto, é defender os direitos quer dos colecionadores que são proprietários legítimos de obras de arte, quer dos marchands e galeristas, que ganham a vida em regime de competição e liberdade de iniciativa, quer ainda dos artistas, cuja produção e cuja sobrevivência dependem tanto de uns quanto de outros.
Edição 1
Editora CONTRA CAPA
ISBN 9788566440010
Páginas 418

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