Esponja dos ossos, A

Esponja dos ossos, A

Esponja dos ossos, A

  • Editora7 LETRAS
  • Modelo: 9506435
  • Disponibilidade: Em estoque
  • R$ 23,20

    R$ 29,00
Em A esponja dos ossos, Maria Cecilia Brandi liga a própria voz, potente e reflexiva, a fragmentos do mundo ao redor, em constante mobilidade. Assim como uma esponja, seus poemas absorvem e ressignificam trechos de textos de diversos gêneros (romances, contos, diários e ensaios), por vezes borrando a ideia de uma fronteira estilística, embaralhando cartas e subvertendo recortes; em um trabalho sofisticado e original com a linguagem.

As influências e referências evidenciadas dialogam com o movimento dos versos da autora. Em poemas de construção delicada, Brandi fala, por exemplo, em “manter-se de pé sobre raízes móveis” (película), em “preencher as fissuras / não só com a cola / que disfarça / mas com fios de ouro / que recriam” (fissuras), discorre sobre a dança como sendo possivelmente “a vida pisando na cara do tempo” (a dança), diz que “os brincos pendurados o dia todo / só incomodam quando chega em casa” (móbile) e que “as coisas têm coração se alguém / souber contar suas narrativas” (areia).

A sensibilidade da poeta tem o poder de abarcar, segundo Gustavo Silveira Ribeiro, “notações afetivas sobre a vida comum, a solidão, a concretude dos objetos ao redor, a paisagem interior de alguém que trabalha e se move entre livros e lembranças”.
Características
Autor MARIA CECILIA BRANDI
Biografia Em A esponja dos ossos, Maria Cecilia Brandi liga a própria voz, potente e reflexiva, a fragmentos do mundo ao redor, em constante mobilidade. Assim como uma esponja, seus poemas absorvem e ressignificam trechos de textos de diversos gêneros (romances, contos, diários e ensaios), por vezes borrando a ideia de uma fronteira estilística, embaralhando cartas e subvertendo recortes; em um trabalho sofisticado e original com a linguagem.

As influências e referências evidenciadas dialogam com o movimento dos versos da autora. Em poemas de construção delicada, Brandi fala, por exemplo, em “manter-se de pé sobre raízes móveis” (película), em “preencher as fissuras / não só com a cola / que disfarça / mas com fios de ouro / que recriam” (fissuras), discorre sobre a dança como sendo possivelmente “a vida pisando na cara do tempo” (a dança), diz que “os brincos pendurados o dia todo / só incomodam quando chega em casa” (móbile) e que “as coisas têm coração se alguém / souber contar suas narrativas” (areia).

A sensibilidade da poeta tem o poder de abarcar, segundo Gustavo Silveira Ribeiro, “notações afetivas sobre a vida comum, a solidão, a concretude dos objetos ao redor, a paisagem interior de alguém que trabalha e se move entre livros e lembranças”.
Comprimento 23
Editora 7 LETRAS
ISBN 9788542106435
Largura 16
Páginas 64

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